Voltar para a lista
Título Autor Data Formato Tema

»Plano de Urbanização de Oliveira de Azeméis«

  • Carvalho, Jorge (coord);
  • Blanco, Ana;
  • Marinho, Rita

2007

Plano ou Projeto

  • Planos e Planeamento;
  • Pol. Solo, Perequação, Execução
O PLANO DE URBANIZAÇÃO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS (PUOAZ), elaborado em 2007, incide na área da cidade alargada de Oliveira de Azeméis, que integra o conjunto urbano/industrial (Vale de Cambra - Oliveira de Azeméis - S. João da Madeira - Santa Maria da Feira), no limite sul da área metropolitana do Porto.

Assumiu-se o Plano de Urbanização como parte de uma visão integrada e de um conjunto de instrumentos necessários ao desenvolvimento e ordenamento do território, com a formulação dos seguintes objetivos:

1. Perspectivar a Cidade de Oliveira de Azeméis como parte integrante do Conjunto Urbano/industrial, através da qualificação e reforço da competitividade económica do Concelho e do Conjunto Urbano/industrial e da organização da mobilidade rodo e ferroviária.

2. Reforçar a função central da Cidade, com melhoria das entradas e criação de espaços de receção, reforço das relações entre funções centrais, melhoria e animação do espaço público e reserva de áreas para instalação de funções de importância regional ou nacional.

3. Estabelecer uma matriz de ordenamento da Cidade, através de uma rede de elementos estruturantes (redes viária e ecológica), articulados entre si, do reconhecimento de unidades e subunidades territoriais, com reforço de centralidades, e do estabelecimento de zonas com continuidade e coerência morfotipológica.

4. Melhorar o nível de serviço de infra-estrutura pública, pela universalização das redes de água e saneamento, melhoria da rede de equipamentos e dependência das operações urbanísticas da criação/melhoria de espaços públicos e de infra-estrutura em geral.

5. Alteração da prática urbanística através da programação municipal de intervenções urbanísticas, identificando as estratégicas e prioritárias; com dinamização municipal de parcerias entre proprietários, promotores e o próprio município para a execução de intervenções estratégicas; participação dos promotores nos custos de infra-estrutura pública de forma equitativa; e, alteração da prática do licenciamento urbanístico (respeitando as características morfotipológicas preexistentes; fazendo preceder a edificação de processos de urbanização; promovendo a articulação entre proprietários).

Download

(externo)

Considere fornecer-nos alguns dados sobre si.
​Nenhum campo é obrigatório.





Edição: